Saudações!
Como todos sabem, o intuito deste espaço é inaltecer aqueles que vestiram o manto sagrado Corinthiano e o honraram.
Acima disso, este blog tem por missão inaltecer a Fiel Torcida (a mãe do SCCP).
Já postei muitos jogos inesquecíveis aqui, fatos marcantes, etc.
Agora, quero saber de vc, torcedor corinthiano, qual seu jogo inesquecível. Qual momento marcante na sua vida!
Comente aqui que irei postar sobre o seu jogo preferido.
Abs.
Uilson
domingo, 17 de abril de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Festa Alvinegra no Maracanã em 1991
Saudações!
Chamam o jogo Corinthians e Flamengo de "o clássico das multidões". Eu particularmente considero esse jogo como o time de uma multidão (eles) contra o time de uma nação (obviamente, a gente).
Em 1991, aqueles mesmos operários Corinthianos de foram campeões brasileiros de 1990 subiram ao Maracanã para enfrentar o time das multidões.
Uma multidão rubro-negra estava ali, mas, ao redor do Brasil e do mundo, uma nação inteira iluminava aqueles operários naquele 05/maio/1991.
Como atual campeão brasileiro e também do super campeonato brasileiro, o Corinthians entrou em campo sob forte pressão da imprensa, que dava como certa uma vitória flamenguista.
As coisas não foram bem assim. Os operários abriram o placar com Dinei logo aos 10 do primeiro tempo.
Ali, o time comandado por Vanderlei Luxemburgo (que na época era Wanderley Luxemburgo) já pode ver o que lhes esperava. Não seria fácil...e não foi.
Em cobrança de falta de Junior, Wilson Gottardo empatou para eles. O sentimento de confiança dos cariocas voltou.
Até que aos 20 do primeiro tempo, uma falta para o Corinthians, bem de longe, na intermediária. Gilmar, o goleiro do Flamengo (hoje empresário Gilmar Rinaldi), mandou abrir a barreira...afinal, Neto era o melhor cobrador de faltas do Brasil, mas, daquela distância e, em pleno Maracanã a "casa" deles, jamais ousaria chutar dali.
Eis que Neto toma distância e bate. A bola viaja e cai nas redes, no ângulo...Gilmar nada pôde fazer...festa da fiel presente ali...festa da nação alvinegra...infinitamente maior que a multidão flamenguista.
Um golpe duro na imprensa abultre e parcial...uma pancada em muito jornalista flamenguista e também pseudos corinthianos que na verdade veneram essa mentira carioca.
Depois, no segundo tempo, os operário seguraram a pressão de Zinho, Junior e Gaúcho até os 37 do segundo tempo, quando Gaúcho empatou para os donos da casa.
O jogo caminhava para o empate, mas, aquele dia estava escrita mais uma façanha dos operários.
Em levantamento na área, Viola (que retornava do São José), desviou, Paulo Sérgio matou no peito e fusilou Gilmar Rinaldi.
Vencemos o "temido" flamengo em pleno Maracanã por 3 a 2 e a nação alvinegra mais uma vez, superou a pequena "multidão" flamenguista.
Vencemos também a imprensa flamenguista daqui e do Rio, que tiveram que se curvar perante os operários Corinthianos.
Em 1991, o Vasco da Gama foi o campeão brasileiro...tudo porque, na fase de classficação, uma mutreta nos bastidores, favoreceu o fluminense, nos prejudicou e mesmo com uma vitória por 1 a 0 sobre o Náutico no Pacaembú, acabamos por ficar de fora da fase final...sorte deles...pois tenho certeza de que o espírito de 1990 mais uma vez encarnaria naqueles operários e seriamos bi-campeões.
Veja neste link, os gols do jogo: http://www.youtube.com/watch?v=xXPt7OQ_Ah4
Abaixo, a ficha técnica:
FICHA TÉCNICA CORINTHIANS 3 X 2 FLAMENGO
Dia: 5 de maio de 1991
Estádio: Maracanã, RJ
Árbitro: José Mocelin (RS)
Público: 12.807 pagantes
Renda: Cr$ 12.784.000,00
Gols: Dinei 10, Wilson Gottardo 20 e Neto 26 do 1º; Gaúcho 37 e Paulo Sérgio 45 do 2º
Flamengo: Gilmar; Charles Guerreiro, Adílson, Wilson Gottardo e Dida; Zé Ricardo, Júnior, Marquinho (Toninho Cajuru) e Alcindo; Gaúcho e Zinho (Nélio). Técnico Vanderlei Luxemburgo.
Corinthians: Ronaldo; Giba, Marcelo, Wilson Mano e Jacenir; Márcio, Tupãzinho (Jairo) e Neto (Viola); Fabinho, Dinei e Paulo Sérgio. Técnico: Nelsinho Batista
Chamam o jogo Corinthians e Flamengo de "o clássico das multidões". Eu particularmente considero esse jogo como o time de uma multidão (eles) contra o time de uma nação (obviamente, a gente).
Em 1991, aqueles mesmos operários Corinthianos de foram campeões brasileiros de 1990 subiram ao Maracanã para enfrentar o time das multidões.
Uma multidão rubro-negra estava ali, mas, ao redor do Brasil e do mundo, uma nação inteira iluminava aqueles operários naquele 05/maio/1991.
Como atual campeão brasileiro e também do super campeonato brasileiro, o Corinthians entrou em campo sob forte pressão da imprensa, que dava como certa uma vitória flamenguista.
As coisas não foram bem assim. Os operários abriram o placar com Dinei logo aos 10 do primeiro tempo.
Ali, o time comandado por Vanderlei Luxemburgo (que na época era Wanderley Luxemburgo) já pode ver o que lhes esperava. Não seria fácil...e não foi.
Em cobrança de falta de Junior, Wilson Gottardo empatou para eles. O sentimento de confiança dos cariocas voltou.
Até que aos 20 do primeiro tempo, uma falta para o Corinthians, bem de longe, na intermediária. Gilmar, o goleiro do Flamengo (hoje empresário Gilmar Rinaldi), mandou abrir a barreira...afinal, Neto era o melhor cobrador de faltas do Brasil, mas, daquela distância e, em pleno Maracanã a "casa" deles, jamais ousaria chutar dali.
Eis que Neto toma distância e bate. A bola viaja e cai nas redes, no ângulo...Gilmar nada pôde fazer...festa da fiel presente ali...festa da nação alvinegra...infinitamente maior que a multidão flamenguista.
Um golpe duro na imprensa abultre e parcial...uma pancada em muito jornalista flamenguista e também pseudos corinthianos que na verdade veneram essa mentira carioca.
Depois, no segundo tempo, os operário seguraram a pressão de Zinho, Junior e Gaúcho até os 37 do segundo tempo, quando Gaúcho empatou para os donos da casa.
O jogo caminhava para o empate, mas, aquele dia estava escrita mais uma façanha dos operários.
Em levantamento na área, Viola (que retornava do São José), desviou, Paulo Sérgio matou no peito e fusilou Gilmar Rinaldi.
Vencemos o "temido" flamengo em pleno Maracanã por 3 a 2 e a nação alvinegra mais uma vez, superou a pequena "multidão" flamenguista.
Vencemos também a imprensa flamenguista daqui e do Rio, que tiveram que se curvar perante os operários Corinthianos.
Em 1991, o Vasco da Gama foi o campeão brasileiro...tudo porque, na fase de classficação, uma mutreta nos bastidores, favoreceu o fluminense, nos prejudicou e mesmo com uma vitória por 1 a 0 sobre o Náutico no Pacaembú, acabamos por ficar de fora da fase final...sorte deles...pois tenho certeza de que o espírito de 1990 mais uma vez encarnaria naqueles operários e seriamos bi-campeões.
Veja neste link, os gols do jogo: http://www.youtube.com/watch?v=xXPt7OQ_Ah4
Abaixo, a ficha técnica:
FICHA TÉCNICA CORINTHIANS 3 X 2 FLAMENGO
Dia: 5 de maio de 1991
Estádio: Maracanã, RJ
Árbitro: José Mocelin (RS)
Público: 12.807 pagantes
Renda: Cr$ 12.784.000,00
Gols: Dinei 10, Wilson Gottardo 20 e Neto 26 do 1º; Gaúcho 37 e Paulo Sérgio 45 do 2º
Flamengo: Gilmar; Charles Guerreiro, Adílson, Wilson Gottardo e Dida; Zé Ricardo, Júnior, Marquinho (Toninho Cajuru) e Alcindo; Gaúcho e Zinho (Nélio). Técnico Vanderlei Luxemburgo.
Corinthians: Ronaldo; Giba, Marcelo, Wilson Mano e Jacenir; Márcio, Tupãzinho (Jairo) e Neto (Viola); Fabinho, Dinei e Paulo Sérgio. Técnico: Nelsinho Batista
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Liédson, fazendo bonito como em 2003!
Saudações!
Estamos vendo Liédson arrebentar no Timão desde a sua volta dos campos Europeus, mas, pra quem se lembra dele em 2003 já sabe que balançar as redes é algo que ele manja...e manja muito.
Depois de se destacar no Bahia, Liédson foi (por esses azares da vida) jogar no Flamengo. Mesmo tendo se destacado no time que a midia ama (principalmente um certo jornalista pseudo-corinthiano da ESPN), foi no Corinthians que Liédson soube o que é ser campeão e viu de perto, o que é uma torcida de massa, gigante pela própria natureza.
No paulistão de 2003, ele já chegou arrebentando, fez gols importantes durante o torneio e, ao lado de Jorge Wagner (hoje bambi), comandou um time que voava baixo.
Apesar do treinador ser um dos piores que já vi em nosso time (Geninho), o esquema tático montado por Parreira com toque de bola e os 3 atacantes (Gil, Liédson e Leandro) foi mantido. Dessa forma fomos batendo nossos adversários um por um até chegarmos a fase final...o Palmeiras rebaixado no ano anterior deu trabalho só no primeiro tempo do primeiro jogo...depois o Corinthians acordou...perdiamos por 2 gols de diferença, mas, o zagueiro Anderson e ele, Liédson empataram.
No segundo jogo o Corinthians proporcionou a Fiel um treino de luxo...4 a 2. Com Liédson detonando o porco.
A final foi contra nosso maior freguès no Estado...o bambi...ahahahahahaha
Vencemos o primeiro jogo por 3 a 2...raros momentos de bom futebol por parte da bambizada e o Corinthians dominando...gols de Rogério, Fábio Luciano e Gil...aliás, um belo gol num outro drible dado em cima da mesma zaga que ele infernizou no Rio-SP de 2002.
No segundo jogo, um sábado...eu não pude ir...estava com a amigdala infeccionada e tive que vibrar de casa, com a garganta operada e sem poder gritar em nenhum dos gols...rs..rs..rs...que tortura.
Liédson fez o primeiro...deixando a zaga bambi torta, deu passe para o segundo e terceiro gol...ambos marcados por Jorge Wagner.
O nosso Levezinho foi o responsável pelo três gols e por manter a escrita de que, em final, o bambi treme quando vê o escudo do Corinthians em campo e a Fiel nas arquibancadas.
Vc se lembra do time de 2003? Doni, Rogério, Fábio Luciano, Ânderson e Kléber; Fabinho, Vampeta e Jorge Wágner; Leandro (Renato), Liédson e Gil.
Quando Geninho começou a meter o dedo no esquema tático armado por Parreira as coisas degringolaram...afinal, um treinador desses jamais poderia ter vestido nossa camisa...Liédson foi embora...jogar em Portugal, de onde voltou diretamente para o Corinthians...
Liédson está para o Corinthians, assim como o Corinthians está para ele...
Salve Liédson! Em breve quero escrever outro post com a certeza de que você é Corinthiano na alma!
Abraços
Uilson
Estamos vendo Liédson arrebentar no Timão desde a sua volta dos campos Europeus, mas, pra quem se lembra dele em 2003 já sabe que balançar as redes é algo que ele manja...e manja muito.
Depois de se destacar no Bahia, Liédson foi (por esses azares da vida) jogar no Flamengo. Mesmo tendo se destacado no time que a midia ama (principalmente um certo jornalista pseudo-corinthiano da ESPN), foi no Corinthians que Liédson soube o que é ser campeão e viu de perto, o que é uma torcida de massa, gigante pela própria natureza.
No paulistão de 2003, ele já chegou arrebentando, fez gols importantes durante o torneio e, ao lado de Jorge Wagner (hoje bambi), comandou um time que voava baixo.
Apesar do treinador ser um dos piores que já vi em nosso time (Geninho), o esquema tático montado por Parreira com toque de bola e os 3 atacantes (Gil, Liédson e Leandro) foi mantido. Dessa forma fomos batendo nossos adversários um por um até chegarmos a fase final...o Palmeiras rebaixado no ano anterior deu trabalho só no primeiro tempo do primeiro jogo...depois o Corinthians acordou...perdiamos por 2 gols de diferença, mas, o zagueiro Anderson e ele, Liédson empataram.
No segundo jogo o Corinthians proporcionou a Fiel um treino de luxo...4 a 2. Com Liédson detonando o porco.
A final foi contra nosso maior freguès no Estado...o bambi...ahahahahahaha
Vencemos o primeiro jogo por 3 a 2...raros momentos de bom futebol por parte da bambizada e o Corinthians dominando...gols de Rogério, Fábio Luciano e Gil...aliás, um belo gol num outro drible dado em cima da mesma zaga que ele infernizou no Rio-SP de 2002.
No segundo jogo, um sábado...eu não pude ir...estava com a amigdala infeccionada e tive que vibrar de casa, com a garganta operada e sem poder gritar em nenhum dos gols...rs..rs..rs...que tortura.
Liédson fez o primeiro...deixando a zaga bambi torta, deu passe para o segundo e terceiro gol...ambos marcados por Jorge Wagner.
O nosso Levezinho foi o responsável pelo três gols e por manter a escrita de que, em final, o bambi treme quando vê o escudo do Corinthians em campo e a Fiel nas arquibancadas.
Vc se lembra do time de 2003? Doni, Rogério, Fábio Luciano, Ânderson e Kléber; Fabinho, Vampeta e Jorge Wágner; Leandro (Renato), Liédson e Gil.
Quando Geninho começou a meter o dedo no esquema tático armado por Parreira as coisas degringolaram...afinal, um treinador desses jamais poderia ter vestido nossa camisa...Liédson foi embora...jogar em Portugal, de onde voltou diretamente para o Corinthians...
Liédson está para o Corinthians, assim como o Corinthians está para ele...
Salve Liédson! Em breve quero escrever outro post com a certeza de que você é Corinthiano na alma!
Abraços
Uilson
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
William Morais - existem mais culpados além dos ladrões
Saudações,
A muito na escrevo neste espaço. Mas, a morte cruel do bom jogador William Morais me fez ter certeza daquilo que sempre digo. Esse País é um lixo...do Oiapóque ao Chuí.
Muitas belezas naturais e recursos mal administrados, políticos safados aumentando o próprio salário e a gente pagando impostos mil e sem o retorno em nada.
Neste final de semana, William Morais perdeu a vida para o resultado de tudo de ruim que vigora neste País...ou melhor...país (esse brasil lixo que vivemos não merce o "P" em caixa alta).
O Corinthians perdeu um grande jogador, a familia perdeu o único filho, com uma vida toda pela frente.
Quantos jogos iriamos vibrar com esse rapaz...tinha certeza disso.
A culpa dessa tragédia, obviamente, de quem matou, mas, é só dele? Não...com certeza existem muitos culpados.
A começar pela politicagem nojenta das categorias de base do Corinthians, que desvaloriza e distrói carreiras de jogadores promissores, passa por tudo aquilo que disse sobre o país e termina no revolver do bandido que atirou no rapaz.
William Morais deu a Fiel a esperança de dias melhores, esperança de termos novamente um camisa 10 formado em casa, mas, os conxavos dessa liderança nefasta afastaram o menino do Parque São Jorge...o levando diretamente ao rumo da morte.
A diretoria é responsável pela morte do rapaz? Indiretamente sim, mas, isso começou a algum tempo...com o Sacrossanto Mano Menezes, colaborando para a destruição desvalorização do "terrão", que nos deu jogadores, como Casagrande, Silvinho, Gil, Viola, entre outros.
Tite, o maior dos incompetentes desse barco corinthiano, dispensou o atleta e nos brindou com lixos como Morais e Edno...o América-MG agradeceu...
Fica aqui meu desabafo e a certeza de que, o sangue deste rapaz cairá sobre mais ombros, além do assassino.
Abraços
Uilson
A muito na escrevo neste espaço. Mas, a morte cruel do bom jogador William Morais me fez ter certeza daquilo que sempre digo. Esse País é um lixo...do Oiapóque ao Chuí.
Muitas belezas naturais e recursos mal administrados, políticos safados aumentando o próprio salário e a gente pagando impostos mil e sem o retorno em nada.
Neste final de semana, William Morais perdeu a vida para o resultado de tudo de ruim que vigora neste País...ou melhor...país (esse brasil lixo que vivemos não merce o "P" em caixa alta).
O Corinthians perdeu um grande jogador, a familia perdeu o único filho, com uma vida toda pela frente.
Quantos jogos iriamos vibrar com esse rapaz...tinha certeza disso.
A culpa dessa tragédia, obviamente, de quem matou, mas, é só dele? Não...com certeza existem muitos culpados.
A começar pela politicagem nojenta das categorias de base do Corinthians, que desvaloriza e distrói carreiras de jogadores promissores, passa por tudo aquilo que disse sobre o país e termina no revolver do bandido que atirou no rapaz.
William Morais deu a Fiel a esperança de dias melhores, esperança de termos novamente um camisa 10 formado em casa, mas, os conxavos dessa liderança nefasta afastaram o menino do Parque São Jorge...o levando diretamente ao rumo da morte.
A diretoria é responsável pela morte do rapaz? Indiretamente sim, mas, isso começou a algum tempo...com o Sacrossanto Mano Menezes, colaborando para a destruição desvalorização do "terrão", que nos deu jogadores, como Casagrande, Silvinho, Gil, Viola, entre outros.
Tite, o maior dos incompetentes desse barco corinthiano, dispensou o atleta e nos brindou com lixos como Morais e Edno...o América-MG agradeceu...
Fica aqui meu desabafo e a certeza de que, o sangue deste rapaz cairá sobre mais ombros, além do assassino.
Abraços
Uilson
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Campeonato Brasileiro de 1990
Convido a todos a acessarem o Blog Espirito Corinthiano do amigo Guilherme Pappi:
http://espiritocorinthiano.blogspot.com
Ali vc irá ler um relato meu sobre a campanha de 1990.
Abraços
Uilson
Viva o Povo Corinthiano!
http://espiritocorinthiano.blogspot.com
Ali vc irá ler um relato meu sobre a campanha de 1990.
Abraços
Uilson
Viva o Povo Corinthiano!
domingo, 15 de agosto de 2010
Corinthians e Palmeiras em 1988 - A Fiel entrou no gol
Saudações alvinegras!
Vivo dizendo neste espaço, que, o Corinthians é uma torcida de quem um time. E a cada jogo que vou, a cada momento marcante que lembro, mais essa certeza se firma em meu coração.
Para o pessoal mais novo, sabiam que a força da fiel num pacaembú lotado fez uma bola não entrar? Pois é...essa é a única explicação para o gol incrível perdito por Célio do Palmeiras num clássico disputado no paulista de 1988 (ano em que fomos campeões).
O primeiro tempo terminou empatado em 0 a 0. Era um jogo tenso. O adversário vinha no desespero de quase 11 anos na fila. Tinha Zetti no gol, Ditinho Souza, Edu Manga, Gerson Caçapa, Célio (comprado da Portuguesa), Tato (campeão paulista pela Inter de Limeira em 86), Toninho (o Toninho Cecílio, ex dirigente e atual treinador) e Enio Andrade como treinador.
O Timão, que seria o campeão daquele torneio, vinha com Carlos no gol, Edson, Marcelo Djean, Denilson, Biro-Biro, Dida, Marcio Bitencourt, Wilson Mano, Everton, João Paulo, Paulinho Carioca...etc...Tinha também o querido Ronaldo Giovanelli na reserva, Edmar...que não lembro se jogou aquele dia. Tinha também um bom jogador, que (não sei por que) não foi aproveitado, chamado Paulinho Gaúcho...bom ponta, rápido e driblador.
No segundo tempo, numa bola alçada na área, Edu Manga fez 1 a 0 para o porco. Algum tempo depois, o treinador Jair Pereira colocou em campo Paulinho Gaúcho que fez uma linda jogada pela direita, cruzou rasteiro para um chute de trivela de João Paulo, que empatou o jogo, matou o porco e fez o pacaembú vir abaixo.
Mas, o lance comentado por meses foi uma chegada do porco. Célio recebeu livre de marcação, driblou Carlos e tocou para o gol...bom...não foi gol porque a bola saiu.
O cara conseguiu errar com o gol vazio!!! Ele parou, colocou as mãos na cabeça...ficou estático ali por alguns segundos tentando imaginar o que ocorrera. A própria fiel torcida ficou estarrecida por alguns momentos até vibrar como um gol. A torcida rival fica estática até o fim do jogo.
Célio havia perdido o gol mais feito daquele ano...aliás...ele não perdeu não! A Fiel estava ali, e sua força, que empurra o Timão pra cima dos adversários, fez com que o gol encolhesse e a bola fosse pra fora.
Algum fantasma alvinegro teria desviado com um sopro aquela bola? Creio que não...a Fiel torcida lota estádios, empurra o Timão e se preciso, também tira as bolas adversárias do nosso gol.
Abraços
Uilson
Vivo dizendo neste espaço, que, o Corinthians é uma torcida de quem um time. E a cada jogo que vou, a cada momento marcante que lembro, mais essa certeza se firma em meu coração.
Para o pessoal mais novo, sabiam que a força da fiel num pacaembú lotado fez uma bola não entrar? Pois é...essa é a única explicação para o gol incrível perdito por Célio do Palmeiras num clássico disputado no paulista de 1988 (ano em que fomos campeões).
O primeiro tempo terminou empatado em 0 a 0. Era um jogo tenso. O adversário vinha no desespero de quase 11 anos na fila. Tinha Zetti no gol, Ditinho Souza, Edu Manga, Gerson Caçapa, Célio (comprado da Portuguesa), Tato (campeão paulista pela Inter de Limeira em 86), Toninho (o Toninho Cecílio, ex dirigente e atual treinador) e Enio Andrade como treinador.
O Timão, que seria o campeão daquele torneio, vinha com Carlos no gol, Edson, Marcelo Djean, Denilson, Biro-Biro, Dida, Marcio Bitencourt, Wilson Mano, Everton, João Paulo, Paulinho Carioca...etc...Tinha também o querido Ronaldo Giovanelli na reserva, Edmar...que não lembro se jogou aquele dia. Tinha também um bom jogador, que (não sei por que) não foi aproveitado, chamado Paulinho Gaúcho...bom ponta, rápido e driblador.
No segundo tempo, numa bola alçada na área, Edu Manga fez 1 a 0 para o porco. Algum tempo depois, o treinador Jair Pereira colocou em campo Paulinho Gaúcho que fez uma linda jogada pela direita, cruzou rasteiro para um chute de trivela de João Paulo, que empatou o jogo, matou o porco e fez o pacaembú vir abaixo.
Mas, o lance comentado por meses foi uma chegada do porco. Célio recebeu livre de marcação, driblou Carlos e tocou para o gol...bom...não foi gol porque a bola saiu.
O cara conseguiu errar com o gol vazio!!! Ele parou, colocou as mãos na cabeça...ficou estático ali por alguns segundos tentando imaginar o que ocorrera. A própria fiel torcida ficou estarrecida por alguns momentos até vibrar como um gol. A torcida rival fica estática até o fim do jogo.
Célio havia perdido o gol mais feito daquele ano...aliás...ele não perdeu não! A Fiel estava ali, e sua força, que empurra o Timão pra cima dos adversários, fez com que o gol encolhesse e a bola fosse pra fora.
Algum fantasma alvinegro teria desviado com um sopro aquela bola? Creio que não...a Fiel torcida lota estádios, empurra o Timão e se preciso, também tira as bolas adversárias do nosso gol.
Abraços
Uilson
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Aplauso na desclassificação - Paulista 1990
Saudações alvinegras,
No post de hoje, quero inaltecer a Fiel torcida que, desde o surgimento do Todo Poderoso Timão, sempre se fez diferente das demais.
São muitas as ocasiões em que podemos dizer com certeza que o Fiel é uma torcida que tem um time.
Uma delas ocorreu em 1990 nas semi-finais do campeonato. Estreiamos perdendo para o Noroeste em Bauru...naquele jogo o atacante do Noroeste se contundiu na linha de fundo e foi atendido pelo DM deles. Na sequência houve um escanteio para eles e este atacante, que deveria voltar ao jogo pelo meio campo, entrou pela linha de fundo mesmo, nas costas de todo mundo e fez o gol. O juizão entrou na deles e com um time desestruturado perdemos.
Esta seria nossa única derrota neste paulistão.
O nosso técnico era o pé de anjo Basilio que montou um time sem muitos recursos, mas, um time com muita vontade...Ronaldo, Giba, Marcelo, Guinei, Jacenir, Marcio, Tupãzinho, Neto, Valmir, Wilson Mano e Mauro. Tinha também Fabinho, recém chegado do Novohorizontino em 1989.
Fomos passando os adversários um a um e sem derrotas...nossos vacilos foram contra o Ituano aqui no Pacaembú que saímos perdendo por 1 a 0 e empatamos no finalzinho com Tupãzinho e quase viramos numa cobrança de falta do Neto.
Outro jogo de dar raiva foi um 2 a 2 no Pacaembú contra o Bragantino que tinha Gil Baiano, Alberto, Tiba, João Santos, Silvio, Biro-Biro (não era o nosso...era outro), Marcelo no gol...etc...era dirigido pelo estreiante Vanderlei Luxemburgo.
Nesse jogo venciamos por 2 a 1 até os 45 do segundo tempo, quando o inesquecível Aribazão, furou uma bola e o centro-avante Silvio empatou, calando o pacaembú.
No final de tudo, precisavamos vencer o Bragantino dentro de casa para fazer a final contra o campeão da chave B, que tinha como líderes Palmeiras e Novohorizontino.
Bom...a Fiel invadiu Bragança, fez a festa, o Timão jogou como nunca...até o menino Viola saiu do Banco pra ajudar. A essa altura, nosso pé de anjo Basilio já não era mais o técnico...em seu lugar entrou um tal de Zé Maria, que não era o Super Zé.
Depois de uma vitória sobre o Santos por 1 a 0 no Pacaembú com gol de Neto, algo aconteceu nos bastidores e Basilio pediu demissão.
Pressionamos, tentamos, chutamos, a bola bateu na trave e consagrou o arqueiro Marcelo que pegou cobranças de falta batidas por Neto que nenhum outro goleiro na face do universo pegaria.
No final, já com a vaga perdida, a Fiel mostrou sua credencial. Pulo, gritou o nome do time e de cada jogador.
O time saiu aplaudido, pois havia perdido a vaga, mas, lutou, suou e mostrou porque somos conhecidos pela raça.
Aquilo com certeza marcou os jogadores, pois, alguns dias depois, Nelsinho chegava ao Parque São Jorge, para conduzir, ao lado do meia Neto, esse time de operários ao título brasileiro do mesmo ano.
Mas, nem tudo foi tristeza...no grupo B do quadrangular ficaram Palmeiras e Novohorizontino na ponta. O time do Interior precisava vencer seu último jogo e torcer por uma derrota do Palmeiras para a Ferroviária de Araraquara aqui em SP.
Parecia que tudo estava perdido...mas, não estava...rs..rs..rs
O Novohorizontino venceu sua partida e um Pacaembú lotado de porcos viu o time da minha amiga Sabrina vencer o porco por 1 a 0, aumentando a fila dos nossos amigos para 14 anos.
Abraços
Uilson
No post de hoje, quero inaltecer a Fiel torcida que, desde o surgimento do Todo Poderoso Timão, sempre se fez diferente das demais.
São muitas as ocasiões em que podemos dizer com certeza que o Fiel é uma torcida que tem um time.
Uma delas ocorreu em 1990 nas semi-finais do campeonato. Estreiamos perdendo para o Noroeste em Bauru...naquele jogo o atacante do Noroeste se contundiu na linha de fundo e foi atendido pelo DM deles. Na sequência houve um escanteio para eles e este atacante, que deveria voltar ao jogo pelo meio campo, entrou pela linha de fundo mesmo, nas costas de todo mundo e fez o gol. O juizão entrou na deles e com um time desestruturado perdemos.
Esta seria nossa única derrota neste paulistão.
O nosso técnico era o pé de anjo Basilio que montou um time sem muitos recursos, mas, um time com muita vontade...Ronaldo, Giba, Marcelo, Guinei, Jacenir, Marcio, Tupãzinho, Neto, Valmir, Wilson Mano e Mauro. Tinha também Fabinho, recém chegado do Novohorizontino em 1989.
Fomos passando os adversários um a um e sem derrotas...nossos vacilos foram contra o Ituano aqui no Pacaembú que saímos perdendo por 1 a 0 e empatamos no finalzinho com Tupãzinho e quase viramos numa cobrança de falta do Neto.
Outro jogo de dar raiva foi um 2 a 2 no Pacaembú contra o Bragantino que tinha Gil Baiano, Alberto, Tiba, João Santos, Silvio, Biro-Biro (não era o nosso...era outro), Marcelo no gol...etc...era dirigido pelo estreiante Vanderlei Luxemburgo.
Nesse jogo venciamos por 2 a 1 até os 45 do segundo tempo, quando o inesquecível Aribazão, furou uma bola e o centro-avante Silvio empatou, calando o pacaembú.
No final de tudo, precisavamos vencer o Bragantino dentro de casa para fazer a final contra o campeão da chave B, que tinha como líderes Palmeiras e Novohorizontino.
Bom...a Fiel invadiu Bragança, fez a festa, o Timão jogou como nunca...até o menino Viola saiu do Banco pra ajudar. A essa altura, nosso pé de anjo Basilio já não era mais o técnico...em seu lugar entrou um tal de Zé Maria, que não era o Super Zé.
Depois de uma vitória sobre o Santos por 1 a 0 no Pacaembú com gol de Neto, algo aconteceu nos bastidores e Basilio pediu demissão.
Pressionamos, tentamos, chutamos, a bola bateu na trave e consagrou o arqueiro Marcelo que pegou cobranças de falta batidas por Neto que nenhum outro goleiro na face do universo pegaria.
No final, já com a vaga perdida, a Fiel mostrou sua credencial. Pulo, gritou o nome do time e de cada jogador.
O time saiu aplaudido, pois havia perdido a vaga, mas, lutou, suou e mostrou porque somos conhecidos pela raça.
Aquilo com certeza marcou os jogadores, pois, alguns dias depois, Nelsinho chegava ao Parque São Jorge, para conduzir, ao lado do meia Neto, esse time de operários ao título brasileiro do mesmo ano.
Mas, nem tudo foi tristeza...no grupo B do quadrangular ficaram Palmeiras e Novohorizontino na ponta. O time do Interior precisava vencer seu último jogo e torcer por uma derrota do Palmeiras para a Ferroviária de Araraquara aqui em SP.
Parecia que tudo estava perdido...mas, não estava...rs..rs..rs
O Novohorizontino venceu sua partida e um Pacaembú lotado de porcos viu o time da minha amiga Sabrina vencer o porco por 1 a 0, aumentando a fila dos nossos amigos para 14 anos.
Abraços
Uilson
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