Saudações!
Estamos vendo Liédson arrebentar no Timão desde a sua volta dos campos Europeus, mas, pra quem se lembra dele em 2003 já sabe que balançar as redes é algo que ele manja...e manja muito.
Depois de se destacar no Bahia, Liédson foi (por esses azares da vida) jogar no Flamengo. Mesmo tendo se destacado no time que a midia ama (principalmente um certo jornalista pseudo-corinthiano da ESPN), foi no Corinthians que Liédson soube o que é ser campeão e viu de perto, o que é uma torcida de massa, gigante pela própria natureza.
No paulistão de 2003, ele já chegou arrebentando, fez gols importantes durante o torneio e, ao lado de Jorge Wagner (hoje bambi), comandou um time que voava baixo.
Apesar do treinador ser um dos piores que já vi em nosso time (Geninho), o esquema tático montado por Parreira com toque de bola e os 3 atacantes (Gil, Liédson e Leandro) foi mantido. Dessa forma fomos batendo nossos adversários um por um até chegarmos a fase final...o Palmeiras rebaixado no ano anterior deu trabalho só no primeiro tempo do primeiro jogo...depois o Corinthians acordou...perdiamos por 2 gols de diferença, mas, o zagueiro Anderson e ele, Liédson empataram.
No segundo jogo o Corinthians proporcionou a Fiel um treino de luxo...4 a 2. Com Liédson detonando o porco.
A final foi contra nosso maior freguès no Estado...o bambi...ahahahahahaha
Vencemos o primeiro jogo por 3 a 2...raros momentos de bom futebol por parte da bambizada e o Corinthians dominando...gols de Rogério, Fábio Luciano e Gil...aliás, um belo gol num outro drible dado em cima da mesma zaga que ele infernizou no Rio-SP de 2002.
No segundo jogo, um sábado...eu não pude ir...estava com a amigdala infeccionada e tive que vibrar de casa, com a garganta operada e sem poder gritar em nenhum dos gols...rs..rs..rs...que tortura.
Liédson fez o primeiro...deixando a zaga bambi torta, deu passe para o segundo e terceiro gol...ambos marcados por Jorge Wagner.
O nosso Levezinho foi o responsável pelo três gols e por manter a escrita de que, em final, o bambi treme quando vê o escudo do Corinthians em campo e a Fiel nas arquibancadas.
Vc se lembra do time de 2003? Doni, Rogério, Fábio Luciano, Ânderson e Kléber; Fabinho, Vampeta e Jorge Wágner; Leandro (Renato), Liédson e Gil.
Quando Geninho começou a meter o dedo no esquema tático armado por Parreira as coisas degringolaram...afinal, um treinador desses jamais poderia ter vestido nossa camisa...Liédson foi embora...jogar em Portugal, de onde voltou diretamente para o Corinthians...
Liédson está para o Corinthians, assim como o Corinthians está para ele...
Salve Liédson! Em breve quero escrever outro post com a certeza de que você é Corinthiano na alma!
Abraços
Uilson
domingo, 27 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
William Morais - existem mais culpados além dos ladrões
Saudações,
A muito na escrevo neste espaço. Mas, a morte cruel do bom jogador William Morais me fez ter certeza daquilo que sempre digo. Esse País é um lixo...do Oiapóque ao Chuí.
Muitas belezas naturais e recursos mal administrados, políticos safados aumentando o próprio salário e a gente pagando impostos mil e sem o retorno em nada.
Neste final de semana, William Morais perdeu a vida para o resultado de tudo de ruim que vigora neste País...ou melhor...país (esse brasil lixo que vivemos não merce o "P" em caixa alta).
O Corinthians perdeu um grande jogador, a familia perdeu o único filho, com uma vida toda pela frente.
Quantos jogos iriamos vibrar com esse rapaz...tinha certeza disso.
A culpa dessa tragédia, obviamente, de quem matou, mas, é só dele? Não...com certeza existem muitos culpados.
A começar pela politicagem nojenta das categorias de base do Corinthians, que desvaloriza e distrói carreiras de jogadores promissores, passa por tudo aquilo que disse sobre o país e termina no revolver do bandido que atirou no rapaz.
William Morais deu a Fiel a esperança de dias melhores, esperança de termos novamente um camisa 10 formado em casa, mas, os conxavos dessa liderança nefasta afastaram o menino do Parque São Jorge...o levando diretamente ao rumo da morte.
A diretoria é responsável pela morte do rapaz? Indiretamente sim, mas, isso começou a algum tempo...com o Sacrossanto Mano Menezes, colaborando para a destruição desvalorização do "terrão", que nos deu jogadores, como Casagrande, Silvinho, Gil, Viola, entre outros.
Tite, o maior dos incompetentes desse barco corinthiano, dispensou o atleta e nos brindou com lixos como Morais e Edno...o América-MG agradeceu...
Fica aqui meu desabafo e a certeza de que, o sangue deste rapaz cairá sobre mais ombros, além do assassino.
Abraços
Uilson
A muito na escrevo neste espaço. Mas, a morte cruel do bom jogador William Morais me fez ter certeza daquilo que sempre digo. Esse País é um lixo...do Oiapóque ao Chuí.
Muitas belezas naturais e recursos mal administrados, políticos safados aumentando o próprio salário e a gente pagando impostos mil e sem o retorno em nada.
Neste final de semana, William Morais perdeu a vida para o resultado de tudo de ruim que vigora neste País...ou melhor...país (esse brasil lixo que vivemos não merce o "P" em caixa alta).
O Corinthians perdeu um grande jogador, a familia perdeu o único filho, com uma vida toda pela frente.
Quantos jogos iriamos vibrar com esse rapaz...tinha certeza disso.
A culpa dessa tragédia, obviamente, de quem matou, mas, é só dele? Não...com certeza existem muitos culpados.
A começar pela politicagem nojenta das categorias de base do Corinthians, que desvaloriza e distrói carreiras de jogadores promissores, passa por tudo aquilo que disse sobre o país e termina no revolver do bandido que atirou no rapaz.
William Morais deu a Fiel a esperança de dias melhores, esperança de termos novamente um camisa 10 formado em casa, mas, os conxavos dessa liderança nefasta afastaram o menino do Parque São Jorge...o levando diretamente ao rumo da morte.
A diretoria é responsável pela morte do rapaz? Indiretamente sim, mas, isso começou a algum tempo...com o Sacrossanto Mano Menezes, colaborando para a destruição desvalorização do "terrão", que nos deu jogadores, como Casagrande, Silvinho, Gil, Viola, entre outros.
Tite, o maior dos incompetentes desse barco corinthiano, dispensou o atleta e nos brindou com lixos como Morais e Edno...o América-MG agradeceu...
Fica aqui meu desabafo e a certeza de que, o sangue deste rapaz cairá sobre mais ombros, além do assassino.
Abraços
Uilson
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Campeonato Brasileiro de 1990
Convido a todos a acessarem o Blog Espirito Corinthiano do amigo Guilherme Pappi:
http://espiritocorinthiano.blogspot.com
Ali vc irá ler um relato meu sobre a campanha de 1990.
Abraços
Uilson
Viva o Povo Corinthiano!
http://espiritocorinthiano.blogspot.com
Ali vc irá ler um relato meu sobre a campanha de 1990.
Abraços
Uilson
Viva o Povo Corinthiano!
domingo, 15 de agosto de 2010
Corinthians e Palmeiras em 1988 - A Fiel entrou no gol
Saudações alvinegras!
Vivo dizendo neste espaço, que, o Corinthians é uma torcida de quem um time. E a cada jogo que vou, a cada momento marcante que lembro, mais essa certeza se firma em meu coração.
Para o pessoal mais novo, sabiam que a força da fiel num pacaembú lotado fez uma bola não entrar? Pois é...essa é a única explicação para o gol incrível perdito por Célio do Palmeiras num clássico disputado no paulista de 1988 (ano em que fomos campeões).
O primeiro tempo terminou empatado em 0 a 0. Era um jogo tenso. O adversário vinha no desespero de quase 11 anos na fila. Tinha Zetti no gol, Ditinho Souza, Edu Manga, Gerson Caçapa, Célio (comprado da Portuguesa), Tato (campeão paulista pela Inter de Limeira em 86), Toninho (o Toninho Cecílio, ex dirigente e atual treinador) e Enio Andrade como treinador.
O Timão, que seria o campeão daquele torneio, vinha com Carlos no gol, Edson, Marcelo Djean, Denilson, Biro-Biro, Dida, Marcio Bitencourt, Wilson Mano, Everton, João Paulo, Paulinho Carioca...etc...Tinha também o querido Ronaldo Giovanelli na reserva, Edmar...que não lembro se jogou aquele dia. Tinha também um bom jogador, que (não sei por que) não foi aproveitado, chamado Paulinho Gaúcho...bom ponta, rápido e driblador.
No segundo tempo, numa bola alçada na área, Edu Manga fez 1 a 0 para o porco. Algum tempo depois, o treinador Jair Pereira colocou em campo Paulinho Gaúcho que fez uma linda jogada pela direita, cruzou rasteiro para um chute de trivela de João Paulo, que empatou o jogo, matou o porco e fez o pacaembú vir abaixo.
Mas, o lance comentado por meses foi uma chegada do porco. Célio recebeu livre de marcação, driblou Carlos e tocou para o gol...bom...não foi gol porque a bola saiu.
O cara conseguiu errar com o gol vazio!!! Ele parou, colocou as mãos na cabeça...ficou estático ali por alguns segundos tentando imaginar o que ocorrera. A própria fiel torcida ficou estarrecida por alguns momentos até vibrar como um gol. A torcida rival fica estática até o fim do jogo.
Célio havia perdido o gol mais feito daquele ano...aliás...ele não perdeu não! A Fiel estava ali, e sua força, que empurra o Timão pra cima dos adversários, fez com que o gol encolhesse e a bola fosse pra fora.
Algum fantasma alvinegro teria desviado com um sopro aquela bola? Creio que não...a Fiel torcida lota estádios, empurra o Timão e se preciso, também tira as bolas adversárias do nosso gol.
Abraços
Uilson
Vivo dizendo neste espaço, que, o Corinthians é uma torcida de quem um time. E a cada jogo que vou, a cada momento marcante que lembro, mais essa certeza se firma em meu coração.
Para o pessoal mais novo, sabiam que a força da fiel num pacaembú lotado fez uma bola não entrar? Pois é...essa é a única explicação para o gol incrível perdito por Célio do Palmeiras num clássico disputado no paulista de 1988 (ano em que fomos campeões).
O primeiro tempo terminou empatado em 0 a 0. Era um jogo tenso. O adversário vinha no desespero de quase 11 anos na fila. Tinha Zetti no gol, Ditinho Souza, Edu Manga, Gerson Caçapa, Célio (comprado da Portuguesa), Tato (campeão paulista pela Inter de Limeira em 86), Toninho (o Toninho Cecílio, ex dirigente e atual treinador) e Enio Andrade como treinador.
O Timão, que seria o campeão daquele torneio, vinha com Carlos no gol, Edson, Marcelo Djean, Denilson, Biro-Biro, Dida, Marcio Bitencourt, Wilson Mano, Everton, João Paulo, Paulinho Carioca...etc...Tinha também o querido Ronaldo Giovanelli na reserva, Edmar...que não lembro se jogou aquele dia. Tinha também um bom jogador, que (não sei por que) não foi aproveitado, chamado Paulinho Gaúcho...bom ponta, rápido e driblador.
No segundo tempo, numa bola alçada na área, Edu Manga fez 1 a 0 para o porco. Algum tempo depois, o treinador Jair Pereira colocou em campo Paulinho Gaúcho que fez uma linda jogada pela direita, cruzou rasteiro para um chute de trivela de João Paulo, que empatou o jogo, matou o porco e fez o pacaembú vir abaixo.
Mas, o lance comentado por meses foi uma chegada do porco. Célio recebeu livre de marcação, driblou Carlos e tocou para o gol...bom...não foi gol porque a bola saiu.
O cara conseguiu errar com o gol vazio!!! Ele parou, colocou as mãos na cabeça...ficou estático ali por alguns segundos tentando imaginar o que ocorrera. A própria fiel torcida ficou estarrecida por alguns momentos até vibrar como um gol. A torcida rival fica estática até o fim do jogo.
Célio havia perdido o gol mais feito daquele ano...aliás...ele não perdeu não! A Fiel estava ali, e sua força, que empurra o Timão pra cima dos adversários, fez com que o gol encolhesse e a bola fosse pra fora.
Algum fantasma alvinegro teria desviado com um sopro aquela bola? Creio que não...a Fiel torcida lota estádios, empurra o Timão e se preciso, também tira as bolas adversárias do nosso gol.
Abraços
Uilson
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Aplauso na desclassificação - Paulista 1990
Saudações alvinegras,
No post de hoje, quero inaltecer a Fiel torcida que, desde o surgimento do Todo Poderoso Timão, sempre se fez diferente das demais.
São muitas as ocasiões em que podemos dizer com certeza que o Fiel é uma torcida que tem um time.
Uma delas ocorreu em 1990 nas semi-finais do campeonato. Estreiamos perdendo para o Noroeste em Bauru...naquele jogo o atacante do Noroeste se contundiu na linha de fundo e foi atendido pelo DM deles. Na sequência houve um escanteio para eles e este atacante, que deveria voltar ao jogo pelo meio campo, entrou pela linha de fundo mesmo, nas costas de todo mundo e fez o gol. O juizão entrou na deles e com um time desestruturado perdemos.
Esta seria nossa única derrota neste paulistão.
O nosso técnico era o pé de anjo Basilio que montou um time sem muitos recursos, mas, um time com muita vontade...Ronaldo, Giba, Marcelo, Guinei, Jacenir, Marcio, Tupãzinho, Neto, Valmir, Wilson Mano e Mauro. Tinha também Fabinho, recém chegado do Novohorizontino em 1989.
Fomos passando os adversários um a um e sem derrotas...nossos vacilos foram contra o Ituano aqui no Pacaembú que saímos perdendo por 1 a 0 e empatamos no finalzinho com Tupãzinho e quase viramos numa cobrança de falta do Neto.
Outro jogo de dar raiva foi um 2 a 2 no Pacaembú contra o Bragantino que tinha Gil Baiano, Alberto, Tiba, João Santos, Silvio, Biro-Biro (não era o nosso...era outro), Marcelo no gol...etc...era dirigido pelo estreiante Vanderlei Luxemburgo.
Nesse jogo venciamos por 2 a 1 até os 45 do segundo tempo, quando o inesquecível Aribazão, furou uma bola e o centro-avante Silvio empatou, calando o pacaembú.
No final de tudo, precisavamos vencer o Bragantino dentro de casa para fazer a final contra o campeão da chave B, que tinha como líderes Palmeiras e Novohorizontino.
Bom...a Fiel invadiu Bragança, fez a festa, o Timão jogou como nunca...até o menino Viola saiu do Banco pra ajudar. A essa altura, nosso pé de anjo Basilio já não era mais o técnico...em seu lugar entrou um tal de Zé Maria, que não era o Super Zé.
Depois de uma vitória sobre o Santos por 1 a 0 no Pacaembú com gol de Neto, algo aconteceu nos bastidores e Basilio pediu demissão.
Pressionamos, tentamos, chutamos, a bola bateu na trave e consagrou o arqueiro Marcelo que pegou cobranças de falta batidas por Neto que nenhum outro goleiro na face do universo pegaria.
No final, já com a vaga perdida, a Fiel mostrou sua credencial. Pulo, gritou o nome do time e de cada jogador.
O time saiu aplaudido, pois havia perdido a vaga, mas, lutou, suou e mostrou porque somos conhecidos pela raça.
Aquilo com certeza marcou os jogadores, pois, alguns dias depois, Nelsinho chegava ao Parque São Jorge, para conduzir, ao lado do meia Neto, esse time de operários ao título brasileiro do mesmo ano.
Mas, nem tudo foi tristeza...no grupo B do quadrangular ficaram Palmeiras e Novohorizontino na ponta. O time do Interior precisava vencer seu último jogo e torcer por uma derrota do Palmeiras para a Ferroviária de Araraquara aqui em SP.
Parecia que tudo estava perdido...mas, não estava...rs..rs..rs
O Novohorizontino venceu sua partida e um Pacaembú lotado de porcos viu o time da minha amiga Sabrina vencer o porco por 1 a 0, aumentando a fila dos nossos amigos para 14 anos.
Abraços
Uilson
No post de hoje, quero inaltecer a Fiel torcida que, desde o surgimento do Todo Poderoso Timão, sempre se fez diferente das demais.
São muitas as ocasiões em que podemos dizer com certeza que o Fiel é uma torcida que tem um time.
Uma delas ocorreu em 1990 nas semi-finais do campeonato. Estreiamos perdendo para o Noroeste em Bauru...naquele jogo o atacante do Noroeste se contundiu na linha de fundo e foi atendido pelo DM deles. Na sequência houve um escanteio para eles e este atacante, que deveria voltar ao jogo pelo meio campo, entrou pela linha de fundo mesmo, nas costas de todo mundo e fez o gol. O juizão entrou na deles e com um time desestruturado perdemos.
Esta seria nossa única derrota neste paulistão.
O nosso técnico era o pé de anjo Basilio que montou um time sem muitos recursos, mas, um time com muita vontade...Ronaldo, Giba, Marcelo, Guinei, Jacenir, Marcio, Tupãzinho, Neto, Valmir, Wilson Mano e Mauro. Tinha também Fabinho, recém chegado do Novohorizontino em 1989.
Fomos passando os adversários um a um e sem derrotas...nossos vacilos foram contra o Ituano aqui no Pacaembú que saímos perdendo por 1 a 0 e empatamos no finalzinho com Tupãzinho e quase viramos numa cobrança de falta do Neto.
Outro jogo de dar raiva foi um 2 a 2 no Pacaembú contra o Bragantino que tinha Gil Baiano, Alberto, Tiba, João Santos, Silvio, Biro-Biro (não era o nosso...era outro), Marcelo no gol...etc...era dirigido pelo estreiante Vanderlei Luxemburgo.
Nesse jogo venciamos por 2 a 1 até os 45 do segundo tempo, quando o inesquecível Aribazão, furou uma bola e o centro-avante Silvio empatou, calando o pacaembú.
No final de tudo, precisavamos vencer o Bragantino dentro de casa para fazer a final contra o campeão da chave B, que tinha como líderes Palmeiras e Novohorizontino.
Bom...a Fiel invadiu Bragança, fez a festa, o Timão jogou como nunca...até o menino Viola saiu do Banco pra ajudar. A essa altura, nosso pé de anjo Basilio já não era mais o técnico...em seu lugar entrou um tal de Zé Maria, que não era o Super Zé.
Depois de uma vitória sobre o Santos por 1 a 0 no Pacaembú com gol de Neto, algo aconteceu nos bastidores e Basilio pediu demissão.
Pressionamos, tentamos, chutamos, a bola bateu na trave e consagrou o arqueiro Marcelo que pegou cobranças de falta batidas por Neto que nenhum outro goleiro na face do universo pegaria.
No final, já com a vaga perdida, a Fiel mostrou sua credencial. Pulo, gritou o nome do time e de cada jogador.
O time saiu aplaudido, pois havia perdido a vaga, mas, lutou, suou e mostrou porque somos conhecidos pela raça.
Aquilo com certeza marcou os jogadores, pois, alguns dias depois, Nelsinho chegava ao Parque São Jorge, para conduzir, ao lado do meia Neto, esse time de operários ao título brasileiro do mesmo ano.
Mas, nem tudo foi tristeza...no grupo B do quadrangular ficaram Palmeiras e Novohorizontino na ponta. O time do Interior precisava vencer seu último jogo e torcer por uma derrota do Palmeiras para a Ferroviária de Araraquara aqui em SP.
Parecia que tudo estava perdido...mas, não estava...rs..rs..rs
O Novohorizontino venceu sua partida e um Pacaembú lotado de porcos viu o time da minha amiga Sabrina vencer o porco por 1 a 0, aumentando a fila dos nossos amigos para 14 anos.
Abraços
Uilson
sexta-feira, 30 de julho de 2010
Inesquecivel - 1 a 0 sobre a Lusa em 1995
Saudações Alvinegras,
Hoje me lembrei de um jogo inesquecível contra a Portuguesa...no quadrangular do Paulista de 1995.
Vencemos por 1 a 0 com gol de Bernardo aos 43 do segundo tempo (se não estou enganado).
A Lusa vinha com um time considerado melhor que o nosso com Valmir, Zé Maria, Zé Roberto, Paulo César entre outros.
Mas quando o adversário é melhor (ou pelo menos considerado melhor), a força da nossa camisa se torna mais latente.
Jogamos de igual pra igual, tivemos nossas chances, eles a deles. Voltamos para o segundo tempo para jogar a vida em 45 minutos.
Estava eu e um colega de infância no Pacaembú. Curiosamente naquele jogo a torcida da Portuguesa veio em grande número, ocupando as arquibancadas vermelhas do estádio.
Pegamos todo o resto...eramos maiores...como sempre.
Naquele campeonato, pra quem se lembra, havia sempre uma parada técnica entre os 20 e 22 minutos do primeiro e segundo tempo. Nos 20 primeiros minutos, o jogo estava tenso demais com chances para ambos os times.
Mas, algo aconteceu na parada técnica que inflamou todos os jogadores e ascendeu mais ainda uma Fiel torcida que já estava completamente ascesa.
Os jogadores formaram um círculo antes do retorno ao jogo, invocando em cada um deles ainda mais raça e vontade para romper aquele obstáculo.
A Fiel aplaudiu aquele gesto dos jogadores (Ronaldo, Vitor, André Santos, Célio Silva, Bernardo e Zé Elias, Silvinho, Marcelinho Carioca, Tupazinho, Viola e Marques).
Esses guerreiros foram com tudo a partir dali...sem se importar se haveria um amanhã.
A lusa se cansou, passou a se segurar e a blits alvinegra furou o bloqueio luso no finzinho do jogo.
Marcelinho cobrou falta pela esquerda e o guerreiro Bernardo subiu mais alto que todo mundo, cabeçeou e o Pacaembú veio abaixo. Os gritos de gol saíam em meio a lágrimas. O sofrimento virou alegria!
Depois do apito final a Fiel cantou e inalteceu seus guerreiros no Pacaembú por um bom tempo.
A nação descia a av Pacaembú cantando sem parar, o grito de "Timão eeooo" ecoou pelas ruas até altas horas da noite.
Depois daquilo vencemos o Santos por 4 a 2 e na final derrubamos aquele time da zona oeste..mas isso é outra história...para um outro post.
Abaixo o link com o jogo:
http://www.youtube.com/watch?v=JFVaAGgjB2o
Abraços
Uilson
Hoje me lembrei de um jogo inesquecível contra a Portuguesa...no quadrangular do Paulista de 1995.
Vencemos por 1 a 0 com gol de Bernardo aos 43 do segundo tempo (se não estou enganado).
A Lusa vinha com um time considerado melhor que o nosso com Valmir, Zé Maria, Zé Roberto, Paulo César entre outros.
Mas quando o adversário é melhor (ou pelo menos considerado melhor), a força da nossa camisa se torna mais latente.
Jogamos de igual pra igual, tivemos nossas chances, eles a deles. Voltamos para o segundo tempo para jogar a vida em 45 minutos.
Estava eu e um colega de infância no Pacaembú. Curiosamente naquele jogo a torcida da Portuguesa veio em grande número, ocupando as arquibancadas vermelhas do estádio.
Pegamos todo o resto...eramos maiores...como sempre.
Naquele campeonato, pra quem se lembra, havia sempre uma parada técnica entre os 20 e 22 minutos do primeiro e segundo tempo. Nos 20 primeiros minutos, o jogo estava tenso demais com chances para ambos os times.
Mas, algo aconteceu na parada técnica que inflamou todos os jogadores e ascendeu mais ainda uma Fiel torcida que já estava completamente ascesa.
Os jogadores formaram um círculo antes do retorno ao jogo, invocando em cada um deles ainda mais raça e vontade para romper aquele obstáculo.
A Fiel aplaudiu aquele gesto dos jogadores (Ronaldo, Vitor, André Santos, Célio Silva, Bernardo e Zé Elias, Silvinho, Marcelinho Carioca, Tupazinho, Viola e Marques).
Esses guerreiros foram com tudo a partir dali...sem se importar se haveria um amanhã.
A lusa se cansou, passou a se segurar e a blits alvinegra furou o bloqueio luso no finzinho do jogo.
Marcelinho cobrou falta pela esquerda e o guerreiro Bernardo subiu mais alto que todo mundo, cabeçeou e o Pacaembú veio abaixo. Os gritos de gol saíam em meio a lágrimas. O sofrimento virou alegria!
Depois do apito final a Fiel cantou e inalteceu seus guerreiros no Pacaembú por um bom tempo.
A nação descia a av Pacaembú cantando sem parar, o grito de "Timão eeooo" ecoou pelas ruas até altas horas da noite.
Depois daquilo vencemos o Santos por 4 a 2 e na final derrubamos aquele time da zona oeste..mas isso é outra história...para um outro post.
Abaixo o link com o jogo:
http://www.youtube.com/watch?v=JFVaAGgjB2o
Abraços
Uilson
domingo, 25 de julho de 2010
Meu posicionamento sobre Mano Menezes
Saudações Alvinegras,
Não é novidade aos que me conhecem que não sou fã do treinador Mano Menezes. Inclusive cheguei a ter desafetos em outros blog´s que deixava meus comentário.
Sua passagem no Todo Poderoso merece respeito, afinal, nunca vi o Corinthians ser tão temido quando joga no Pacaembú como nestes quase 3 anos de trabalho dele.
Chegou e pegou um time quebrado, no fundo do poço e reestruturou a defesa (o setor mais frágil...quem não se lembra do pesadelo Betão??).
Reconquistou o respeito dos adversários para com o Todo Poderoso. Logo no primeiro ano de trabalho, a melhor campanha da história da Série B do Brasileirão, vice-campeão da copa do Brasil e o título da série B (que pra mim bastava o acesso).
Apesar da covardia do técnico na final em Recife, credito a perda do título muito mais ao mal-caratismo e canalhice de Alício "Ladrão" Pena Jr.
Até então, sempre apoiei o trabalho de Mano Menezes e entendia que, tinhamos um time forte para a disputa da série B, que foi muito além daquilo que foi traçado.
Em 2009, começei a ver as deficiências do treinador no que tange ao esquema tático. Um time totalmente perdido em campo, sem personalidade e uma retranca de dar raiva no mais otimmista dos Corinthianos. No jogo contra o São Paulo, era nítido a covardia do treinador diante de um São Paulo fraquíssimo e totalmente bagunçado, vivendo dos 3 últimos títulos nacionais (que ganhou mais por inompetência dos demais que por mérito e bom futebol). Empatamos um jogo em que poderíamos ter ganho, caso o treinador simplesmente colocasse o time pra frente.
Tudo isso ficou encoberto com a entrada triunfal de Ronaldo no time, a vitória incontestável sobre o São Paulo e o título em cima do Santos. O fato do título ter vindo de forma invicta encobriu uma das características marcantes do treinador...a convardia e a falta de capacidade em mudar o panorama de um jogo.
O título da Copa do Brasil, me fez mudar a opinião sobre o mesmo. Pela forma como o time jogou, deixei pra trás minhas opiniões sobre ele e pensei ter Mano Menezes, abandonado a retranca e começado arquitetar esquemas táticos do nível do inesquecível time montado por Vanderlei Luxemburgo em 1998.
A campanha pífia do Campeonato Brasileiro foi encoberta com a desculpa de que já tinhamos alcançado nosso objetivo no ano e os outros é que teriam que correr atrás. Desculpa esta dada inclusive por mim.
Em 2010, apoiei o rodízio de atletas promovido por Mano Menezes. O rodízio realmente colocou mais atletas em condição de jogo, porém, faltou capacidade para variações de jogadas e sobrou teimosia com jogadores sem a menor capacidade de jogar no Corinthians como Souza, Defederico e Tcheco.
Estes três jogadores tiveram e ainda têm chances infinitas no elenco e outros que poderiam render mais foram preteridos (Jadson, Ewerthon Ribeiro, Marcelinho).
Repudio veementemente colocações sem provas de que este ou aquele jogador é beneficiado por conta de este ou aquele empresário, ou por que são jogadores do mesmo empresário do treinador. Credito a insistência com jogadores deste nível a teimosia do mesmo e não a esquemas totalmente ridículos, levantados por pessoas que precisam vender notícias e não têm capacidade de apurar a verdade.
A gota d´água pra mim foi a perda da Libertadores para um time totalmente desqualificado como o do Flamengo...um time retrancado no Rio e aqui em São Paulo, precisando de mais um golzinho, ele enche o time com volantes. Quase queima o jogador Paulinho, que é bom jogador, mas, que jamais poderia ser colocado em tamanha fogueira.
As últimas partidas mostraram a deficiência deste treinador e sua insitência em colocar jogadores em posições erradas...vide Iarley (um bom jogador na posição errada). Falta a nós hoje (em decorrência da ausência de Ronaldo) um matador...nosso time hoje carece de um camisa 9 que empurre a bola pra dentro do gol.
A saída de Mano Menezes do Corinthians não era programada, mas, aconteceu e espero que Adilson Batista renove este time, fortalecendo a zaga que ultimamente está meio vulnerável, que abandone a retranca e somente a use no momento certo e não a todo momento. O novo treinador tem meu apoio, mas, também, como toda a Fiel, estarei de olho e se necessário vou cobrar.
Apesar de não ter minha aprovação, Mano Menezes teve apoio quando precisou (inclusive o meu) e foi cobrado (principalmente por mim) quando foi necessário. Vejo que para conquistas grandes (que carecemos) ele não é o nome mais indicado.
Mais uma vez no que tange a sua saída, temos que entender que maior do que Mano Menezes é o Corinthians (maior clube do Brasil e do mundo), que ficará até fim dos tempos.
Maior do que eu, vc, Ronaldos, Dentinhos e Manos Menezes é o Sport Club Corinthians Paulista, o campeão dos campeões.
Fica, meu respeito a pessoa de Mano Menezes, que, mesmo não tendo minha aprovação como treinador do Corinthians, é o treinador da seleção brasileira e, pela imagem que criou no Todo Poderoso, espero que se de bem.
Abraços
Uilson
Não é novidade aos que me conhecem que não sou fã do treinador Mano Menezes. Inclusive cheguei a ter desafetos em outros blog´s que deixava meus comentário.
Sua passagem no Todo Poderoso merece respeito, afinal, nunca vi o Corinthians ser tão temido quando joga no Pacaembú como nestes quase 3 anos de trabalho dele.
Chegou e pegou um time quebrado, no fundo do poço e reestruturou a defesa (o setor mais frágil...quem não se lembra do pesadelo Betão??).
Reconquistou o respeito dos adversários para com o Todo Poderoso. Logo no primeiro ano de trabalho, a melhor campanha da história da Série B do Brasileirão, vice-campeão da copa do Brasil e o título da série B (que pra mim bastava o acesso).
Apesar da covardia do técnico na final em Recife, credito a perda do título muito mais ao mal-caratismo e canalhice de Alício "Ladrão" Pena Jr.
Até então, sempre apoiei o trabalho de Mano Menezes e entendia que, tinhamos um time forte para a disputa da série B, que foi muito além daquilo que foi traçado.
Em 2009, começei a ver as deficiências do treinador no que tange ao esquema tático. Um time totalmente perdido em campo, sem personalidade e uma retranca de dar raiva no mais otimmista dos Corinthianos. No jogo contra o São Paulo, era nítido a covardia do treinador diante de um São Paulo fraquíssimo e totalmente bagunçado, vivendo dos 3 últimos títulos nacionais (que ganhou mais por inompetência dos demais que por mérito e bom futebol). Empatamos um jogo em que poderíamos ter ganho, caso o treinador simplesmente colocasse o time pra frente.
Tudo isso ficou encoberto com a entrada triunfal de Ronaldo no time, a vitória incontestável sobre o São Paulo e o título em cima do Santos. O fato do título ter vindo de forma invicta encobriu uma das características marcantes do treinador...a convardia e a falta de capacidade em mudar o panorama de um jogo.
O título da Copa do Brasil, me fez mudar a opinião sobre o mesmo. Pela forma como o time jogou, deixei pra trás minhas opiniões sobre ele e pensei ter Mano Menezes, abandonado a retranca e começado arquitetar esquemas táticos do nível do inesquecível time montado por Vanderlei Luxemburgo em 1998.
A campanha pífia do Campeonato Brasileiro foi encoberta com a desculpa de que já tinhamos alcançado nosso objetivo no ano e os outros é que teriam que correr atrás. Desculpa esta dada inclusive por mim.
Em 2010, apoiei o rodízio de atletas promovido por Mano Menezes. O rodízio realmente colocou mais atletas em condição de jogo, porém, faltou capacidade para variações de jogadas e sobrou teimosia com jogadores sem a menor capacidade de jogar no Corinthians como Souza, Defederico e Tcheco.
Estes três jogadores tiveram e ainda têm chances infinitas no elenco e outros que poderiam render mais foram preteridos (Jadson, Ewerthon Ribeiro, Marcelinho).
Repudio veementemente colocações sem provas de que este ou aquele jogador é beneficiado por conta de este ou aquele empresário, ou por que são jogadores do mesmo empresário do treinador. Credito a insistência com jogadores deste nível a teimosia do mesmo e não a esquemas totalmente ridículos, levantados por pessoas que precisam vender notícias e não têm capacidade de apurar a verdade.
A gota d´água pra mim foi a perda da Libertadores para um time totalmente desqualificado como o do Flamengo...um time retrancado no Rio e aqui em São Paulo, precisando de mais um golzinho, ele enche o time com volantes. Quase queima o jogador Paulinho, que é bom jogador, mas, que jamais poderia ser colocado em tamanha fogueira.
As últimas partidas mostraram a deficiência deste treinador e sua insitência em colocar jogadores em posições erradas...vide Iarley (um bom jogador na posição errada). Falta a nós hoje (em decorrência da ausência de Ronaldo) um matador...nosso time hoje carece de um camisa 9 que empurre a bola pra dentro do gol.
A saída de Mano Menezes do Corinthians não era programada, mas, aconteceu e espero que Adilson Batista renove este time, fortalecendo a zaga que ultimamente está meio vulnerável, que abandone a retranca e somente a use no momento certo e não a todo momento. O novo treinador tem meu apoio, mas, também, como toda a Fiel, estarei de olho e se necessário vou cobrar.
Apesar de não ter minha aprovação, Mano Menezes teve apoio quando precisou (inclusive o meu) e foi cobrado (principalmente por mim) quando foi necessário. Vejo que para conquistas grandes (que carecemos) ele não é o nome mais indicado.
Mais uma vez no que tange a sua saída, temos que entender que maior do que Mano Menezes é o Corinthians (maior clube do Brasil e do mundo), que ficará até fim dos tempos.
Maior do que eu, vc, Ronaldos, Dentinhos e Manos Menezes é o Sport Club Corinthians Paulista, o campeão dos campeões.
Fica, meu respeito a pessoa de Mano Menezes, que, mesmo não tendo minha aprovação como treinador do Corinthians, é o treinador da seleção brasileira e, pela imagem que criou no Todo Poderoso, espero que se de bem.
Abraços
Uilson
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